quinta-feira, 8 de julho de 2021

Evangelho de segundo S. Mateus 10,7 - 15

Evangelho segundo São Mateus 10,7-15.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus Apóstolos: «Ide e proclamai que está próximo o Reino dos Céus.
Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, sarai os leprosos, expulsai os demónios. Recebestes de graça, dai de graça».
Não adquirais ouro, prata ou cobre, para guardardes nas vossas bolsas;
nem alforge para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem cajado; porque o trabalhador merece o seu sustento.
Quando entrardes em alguma cidade ou aldeia, procurai saber de alguém que seja digno e ficai em sua casa até partirdes daquele lugar.
Ao entrardes na casa, saudai-a,
e se for digna, desça a vossa paz sobre ela; mas se não for digna, volte para vós a vossa paz.
Se alguém não vos receber nem ouvir as vossas palavras, saí dessa casa ou dessa cidade e sacudi o pó dos vossos pés.
Em verdade vos digo que haverá mais tolerância, no dia do Juízo, para a terra de Sodoma e Gomorra do que para aquela cidade».

sexta-feira, 18 de junho de 2021

Evangelho dia 18706/2021

Evangelho segundo São Mateus 6,19-23.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Não acumuleis tesouros na Terra, onde a traça e a ferrugem os destroem e os ladrões os assaltam e roubam.
Acumulai tesouros no Céu, onde a traça e a ferrugem não os destroem e os ladrões não os assaltam nem roubam.
Porque onde estiver o teu tesouro, aí estará o teu coração.
A lâmpada do teu corpo são os olhos. Se o teu olhar for límpido, todo o teu corpo ficará iluminado.
Mas se o teu olhar for mau, todo o teu corpo andará nas trevas. E se a luz que há em ti são trevas, como serão grandes essas trevas!».

quarta-feira, 16 de junho de 2021

Evangelho segundo São Mateus 6,1-6.16-18. - 16-06-2021

 

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Tende cuidado em não praticar as vossas boas obras diante dos homens, para serdes vistos por eles. Aliás, não tereis nenhuma recompensa do vosso Pai que está nos Céus.

Assim, quando deres esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas, nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Em verdade vos digo: já receberam a sua recompensa.

Quando deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita,

para que a tua esmola fique em segredo; e teu Pai, que vê o que está oculto, te dará a recompensa.

Quando rezardes, não sejais como os hipócritas, porque eles gostam de orar de pé, nas sinagogas e nas esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo: já receberam a sua recompensa.

Tu, porém, quando rezares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora a teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê o que está oculto, te dará a recompensa.

Quando jejuardes, não tomeis um ar sombrio, como os hipócritas, que desfiguram o rosto, para mostrarem aos homens que jejuam. Em verdade vos digo: já receberam a sua recompensa.

Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto,

para que os homens não percebam que jejuas, mas apenas o teu Pai, que está presente no que é oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te dará a recompensa».

terça-feira, 15 de junho de 2021

DIA 14 MUNDIAL DOS POBRES - 2021

 


Igreja: Vaticano apresenta mensagem do Papa para o Dia Mundial dos Pobres

 

Cidade do Vaticano, 12 junho 2021 (Eclésia) – O Vaticano vai apresentar a mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial dos Pobres 2021, que vai ser celebrado a 14 de novembro com o tema ‘Os pobres sempre os tendes convosco’, pelas 11h30 da próxima segunda-feira, dia 14 de junho.

Numa nota divulgada hoje, a Sala de Imprensa da Santa Sé informa que vão participar na conferência de imprensa de apresentação da mensagem do Papa para o 5º Dia Mundial dos Pobres o arcebispo Rino Fisichella, presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, e o subsecretário do mesmo organismo, monsenhor Graham Bell.

O Vaticano informa que a conferência de imprensa vai ser transmitida online em direto, pelas 11h30 locais (menos uma hora em Lisboa) da próxima segunda-feira, dia 14 de junho, no canal Youtube do portal ‘Vaticano News’.

‘Os pobres sempre os tendes convosco’, do Evangelho segundo São Marcos (Mc 14,7), é o tema do Dia Mundial dos Pobres 2021 que vai ser celebrado a 14 de novembro.

Desde 2017, a celebração promovida por Francisco quer colocar a pessoa em situação de pobreza no centro do agir da Igreja; Em 2020, a mensagem para a celebração aludiu ao impacto da pandemia de Covid-19.


NOTA: convite a todos na Fé. 


domingo, 13 de junho de 2021

Evangelho São Marcos-4,26-34 de 13-06-2021

                        Evangelho segundo São Marcos 4,26-34.

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «O Reino de Deus é como um homem que lançou a semente à terra.

Dorme e levanta-se, noite e dia, enquanto a semente germina e cresce, sem ele saber como.

A terra produz por si, primeiro a planta, depois a espiga, por fim o trigo maduro na espiga.

E quando o trigo o permite, logo se mete a foice, porque já chegou o tempo da colheita».

Jesus dizia ainda: «A que havemos de comparar o Reino de Deus? Em que parábola o havemos de apresentar?

É como um grão de mostarda, que, ao ser semeado na terra, é a menor de todas as sementes que há sobre a terra;

mas, depois de semeado, começa a crescer e torna-se a maior de todas as plantas da horta, estendendo de tal forma os seus ramos que as aves do céu podem abrigar-se à sua sombra».

Jesus pregava-lhes a palavra de Deus com muitas parábolas como estas, conforme eram capazes de entender.

E não lhes falava senão em parábolas; mas, em particular, tudo explicava aos seus discípulos.

Pequena nota: boa forma de semear O grão de amor de Jesus Cristo junto (que fazemos as nossas visitas ), os Homens e Mulheres em Situação de Pobreza. 

 

sexta-feira, 14 de maio de 2021

BENGUELA - VINDE VER ! . . .

NOTICIAS CASA DO GAIATO

            SOMOS a porta aberta. Somos uma Casa de família cheia de vivacidade, alegria e bem-estar que contagia quem quer que seja ao aceder o seu interior. O acesso é feita através do portão principal. No cimo da entrada para a aldeia, deparamo-nos logo com a seguinte expressão: bem vindo à Casa do Gaiato - Obra da Rua. Diariamente são centenas de pessoas que entram e saem da nossa propriedade, homens e mulheres, crianças e adultos, jovens e velhos, pobres e ricos, estudantes e professores, trabalhadores e desempregados, religiosos e religiosas, ladrões e salteadores e também bons samaritanos.

       Em Tempo de pandemia temos sentido a redução dos visitantes e grupos que realizavam acampamentos com o objetivo de poderem passar alguns dias em contato mais direto com a natureza e usufruir da paz e serenidade que a nossa aldeia oferece. Um certo dia e não há muito para cá, veio um grupo de pessoas da sociedade civil que depois de percorrerem a calçada e as avenidas que dão para as diferentes instalações como a Casa dos rapazes, a Escola, as Oficinas, o refeitório, a biblioteca, a vacaria, os campos de jogos e ao longe o verde dos nossos campos agrícolas de milho ou o nosso bananal da parte detrás da pocilga, um dos integrantes manifestou a vontade de ficar connosco. Disse: "senhor padre, prepare uma cama e um refeitório que eu quero já ficar aqui". Fiquei a pensar no benefício material e espiritual que cada um dos nossos rapazes encontram nas Casa do Gaiato, embora nem sempre saibam reconhecer, estimar e agradecer ao nosso Bom Deus pelos bens que nos tem concedido.

         Tivemos a honra neste mês de receber em nossa casa a senhora Ministra da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social.  Ladeada de quadros seniores e técnico do ministério, percorreu as principais áreas da nossa aldeia debaixo de sol ardente, eram 11 horas. Foram dadas informações sobre a natureza e vocação da nossa Casa, o seu funcionamento e a sua atual situação. 

       As oficinas foram visitadas e foi praticamente o centro das atenções da Ministra dado a especificidade do ministério que dirige. Ficou o compromisso de em breve chegar um material para dinamização das atividades dada em cada um dos setores que compões as nossas oficinas.

       Tivemos também a visita da Unitel - empresa de telefonia móvel. O seu diretor regional acompanhado do seu elenco local estiveram no nossa Casa no sábado. O encontro foi no salão de festas. Houve cânticos de boas vindas, fotografias para a posteridade e ofertas de material escolar, de biossegurança e também mosquiteiros para a prevenção e luta contra a malária. 

         No mesmo dia veio um grupo da Mosaiko - Associação de Justiça e Paz. Conduziram uma palestra sobre o direito à Educação. Houve boas participações dos nossos rapazes na compreensão do tema. Fiquei muito contente ao ouvir falar alguns com bastante fundamento sobre os direitos da criança. A alegria vinha do fundo do meu coração, que os conhece desde pequenos, quando entraram nesta casa e quase não sabiam dizer o seu nome e hoje falam a linguagem dos intelectuais. O que há-de ser deles amanhã, quando forem homens entregues ao seu autogoverno e autonomia? Pelo ano vai o «Celestino»  estudar medicina na Universidade, ando em busca de um lugar para o rapaz. Vai terminar ano o Curso de estomatologia, já fez o estágio com distinção numa das unidades hospitalares de Benguela, já defendeu o seu tema do final do curso com 18 valores. É um bom chefe da casa três, trabalhador e acima de tudo irmão dos seus irmãos. É ele hoje, ainda muito novo, o responsável do consultório e da enfermaria. Digam se não lhe é merecido um curso superior para melhor servir amanhã os seus irmãos e a nossa pátria querida? Dá as injeções, cuida as medicação a ser administrada aos rapazes quando estão doentes. Sente a Casa do Gaiato como a sua família - e de facto é. Não queremos que apareça outra para o explorar no futuro quando ele vier a ter uma posição alta na sociedade.

            Estamos à espera de outras tantas defesos, que vão acontecer neste fim ano letivo. O «Filipe» que é o chefe-maioral também já defendeu e teve 16 valores. Outros estão também já às portas. Deus seja sempre Louvado e Maria Santíssima sua a nossa Mãe seja louvada a toda hora e momento.

          A conclusão é de Pai Américo, «Como a tendência da obra é que sejam os próprios rapazes a conduzi-la, tem-se tido o cuidado de aproveitar os mais inteligentes de entre ele e dar-lhes um curso superior. Não é que queiramos fazer doutores, mas acreditamos absolutamente na competência e na supremacia do espírito; oferecemos mesmo todas as vantagens as vocações intelectuais que a Rua no apresenta e procuramos equilibrar as suas dificuldades.»

                                                                                                                          Padre Quim                                                                                                                                                          

                                                                        

      

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Padre Opus Dei sobrevive aos 10 dias em como induzido

 

Sacerdote da Prelatura Pessoal da Santa Cruz e Opus Dei passou 10 dias ventilado, em coma induzido Sacerdote da Prelatura Pessoal da Santa Cruz e Opus Dei passou 10 dias

Lisboa, 09 fev 2021 (Ecclesia) – O padre Miguel Cabral, da Prelatura Pessoal da Santa Cruz e Opus Dei, passou 10 dias ventilado em coma induzido, por causa da Covid-19, numa experiência de fragilidade, mas não de medo. 

“Nunca tive medo de morrer. Tenho fé e pensei que não estava na minha perspetiva morrer já, nunca pensei que isso acontecesse. A preocupação maior era com o sofrimento que podia causar à família e amigos. A fragilidade mostra-nos que não somos o Criador, mas criaturas. Dependemos dos outros. Um pequeno vírus que não conhecemos, não o vemos nem sabemos como o apanhamos, faz-nos sentir pequeninos. Isto ajuda-nos a confiar mais em Deus”, conta o sacerdote à Agência ECCLESIA.

O padre Miguel Cabral recorda ter sido no início de dezembro, “na véspera da solenidade da Imaculada Conceição”, a origem dos sintomas, relacionados com um “estado gripal” que não passava.

“Liguei para a linha de saúde 24 e fui ao Hospital de Santa Maria onde fiquei dois dias. Regressei a casa e passado quatro dias, com o agravamento da situação, falei com o médico que me acompanha no hospital, e as coisas começaram a complicar-se”, recorda.

Pouco se lembra dos dias no Hospital da Luz, onde esteve internado, antes de ser ventilado.

“Nesses cinco dias não me recordo de quase nada. Ao fim desse tempo, fui agravando o estado geral, com febre e falta de ar. Nas mensagens que enviava para a família e amigos eu dizia que quase sufocava quando tossia. Não tenho recordação disso. Tenho uma vaga ideia de um médico me dizer que estava a agravar e que ia passar para os cuidados intensivos e depois, me dizer que me iam entubar. Eu disse: «façam o que tiverem de fazer». Estive 10 dias ventilado, num coma induzido, mas não me lembro de nada”, regista.

Da experiência de fragilidade, o padre Miguel Cabral recorda a proximidade de Deus, dos amigos e da família.

“Nunca me senti sozinho, pela presença de Deus que senti ao meu lado. A última coisa que eu li, antes de ser entubado, foi uma pequena carta que o prelado do Opus Dei me escreveu com umas palavras muito amáveis que me fez sentir em família”, sublinha.

Ao acordar, sem ter noção do tempo, o padre Miguel deu conta de ter recebido “2400 mensagens” que transmitiam “esperança e sinais de amizade”.

“Este é um aspeto que eu aprendi e continuo a faze-lo sobre a importância da família como da amizade, a importância de cultivarmos as amizades”, explica.

A sua experiência pessoal já foi ultrapassada, mas o sacerdote da Prelatura Pessoal da Santa Cruz e Opus Dei admite que mais difícil é acompanhar o pai, que passou “16 dias em coma”, também por causa da Covid-19.

“Custa mais a doença do meu pai, outros doentes internados de quem vou sabendo e pelos quais vou rezando. A dor dos outros custa mais, não poder fazer nada por eles. Desde que fiquei doente, eu e a minha família todas as noites nos juntamos a rezar o terço às 21h30, agora com o pai que já recuperou, os filhos e os 23 netos”, regista.

Antes de ser ordenado sacerdote, o padre Miguel Cabral foi médico oncologista e exerceu durante 10 anos a profissão, algo que, acredita, o pode ter ajudado a passar pela doença.

“Depois de estar mais de um mês no hospital, 10 dias ventilado, que também isto me ajude a ser melhor pessoa: a compreender melhor os outros, a sentir que vivemos uns para os outros e que adquire maior sentido a minha vocação como padre, que é aquele que serve os outros”, deseja.

O sacerdote explica a importância do trabalho “bem feito”, com “competência”, mas com “sorriso e simpatia, delicadeza no trato e respeito pela pessoa, nos pequenos gestos”, considerando que a experiência de “estar do outro lado” pode ser “útil para qualquer médico pensar no que é estar como doente”.

Ao longo desta semana, em que se assinala o Dia Mundial do Doente, o programa Ecclesia na Antena 1 vai valorizar testemunhos e mostrar os rostos de quem passou pela doença provocada pela Covid-19.

    











segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Um sinal Admirável [ tempo Páscoa]

Certa parte do livro "O Sinal  Admirável" do Papa Francisco" relembro sobre o significado e valor do Presépio, certa parte diz:
Para muitos adultos, montar o presépio é voltar aos dias da infância e da juventude; as suas recordações, por vezes, estão carregadas de nostalgia, fazendo-os recordar as pessoas as pessoas queridas que nos deixaram, embora colocando nas mãos esse momento precioso. A Carta do Papa Francisco vem apoiar o desejo de quantos pretendem ser transmissores ativos desta pequena e preciosa tradição que enriquece a nossa vida familiar e social.
O Presépio pertence a todos, não pode ser instrumentelizado, porque aquele Menino que estende os braços deixa-se abraçar por quem quer que dele se aproxime. Como recorda ainda o Papa Francisco: <Não é importante a forma como se arma o Presépio; pode ser sempre igual ou modificá-la cada ano. O que conta, é que fale à nossa vida> (n. 10). Deus que se faz homem é o sinal concreto do seu amor; não é possível fechar a porta do nosso coração a um amor tão profundo que transforma e nos desafia a amar os outros com igual intensidade. O Presépio nas nossas famílias é nas nossas casas limitar-se a manter vivo este desejo, criando em cada Natal assombro e deslumbramento e fazendo mergulhar cada um de nós num conhecimento de Deus cada vez mais profundo.
"páginas 7a9".
NOTA:Santo Natal, não esquecendo os nossos "irmãos maiores em situação de pobreza". 

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Simplesmente Agindo

Ano A
34º DOMINGO DO TEMPO COMUM
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO

Tema do 34º Domingo do Tempo Comum

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus (Mt 25,31-46)

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Quando o Filho do homem vier na sua glória com todos os seus Anjos, sentar-Se-á no seu trono glorioso. Todas as nações se reunirão na sua presença e Ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos; e colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda. Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: 'Vinde, bem ditos de meu Pai; recebei como herança o reino que vos está preparado desde a criação do mundo. Porque tive fome e destes-Me de comer; tive sede e destes-me de beber; era peregrino e Me recolhestes; não tinha roupa e Me vestistes; estive doente e viestes visitar-Me; estava na prisão e fostes ver-me'. E o Rei lhes responderá: 'Em verdade vos digo: Quantas vezes o fizestes a um dos meus irmãos mais pequeninos, a Mim o fizestes'.

LEMBREMOS AS BEM-AVENTURANÇAS.

Parte dum texto retirado dum jornal "O Gaiato" É importante relembrar parte da passagem de Cristo Jesus: JESUS teria mais de trinta anos [c.28 d.C.J.]. com os pescadores do seu povo, no rio do Jordão, foi ao encontro de João Baptista profeta novo que denunciava as injustiças sociais desse tempo. Como não seria importante termos neste século outro João Igual mas não temos, a não ser do Papa Francisco são recordados alguns importantes pontos religiosa e civilizacional expressos no Documento sobre a fraternidade humana. « fala-nos para além da morte proibida por Deus em que os homens matam( qualquer que mate uma pessoa é como se tivesse morto toda a humanidade e quem quer que salve uma pessoa é como se tivesse salvo toda a humanidade» Não só fala-nos da morte mas pela vida assistida a um doente enfermo, um pobre que precisa assistência acompanhamento (estive com fome deste-me de comer, estive doente, deste-me assistência, etc). Recordemos o bom samaritano.

Assim, o que direi; cabe ao vicentino ABRIR-SE AO diálogo com todas as instituições sociais e partilhas com elas conhecimentos e ajudas. Não se percebe neste momento de agustia para muitos os vicentinos não se encontrem e dialoguem uns com os outros; porque os há aqui ou ali.

Portanto, comecemos ou acabemos o ano a pensar nos que mais sobrem neste altura que assola o país, pensemos no dialogo com outras instituição civis sem sim lucrativas para que o sangue que escorre pelo corpo do sofrimento seja estacado as feridas em cuidados, próximos que sofrem acompanhando-as com amor e compaixão.    


domingo, 25 de outubro de 2020

Notícias de Malange - Casa do Gaiato

Poderão pensar, não temos nada haver com os problemas dos outros e muito menos com povos que não são nossos, temos os nossos a quem ajudar (é verdade) mas, por ventura não somos todos voluntários em nome de Deus!, em minorar os sofrimentos dos outros, todos filhos do mesmo Pai?! Deixo um desafio; ajudem, enviem um por mais simples que seja ao cuidado Pe. Júlio, que encaminhara a Malange.  

O Gaiato distribuição n.º 1999. Noticias de Malange, Pe Rafael.

Há dias, foi publicado num jornal português que cerca de 40 crianças morreram de destruição em Angola. Rapidamente soaram sobre a veracidade desta informação. A realidade é que os números podem ser menores ou maiores porque, n momento, não acredito que nenhuma instituição tenha capacidade para controlar a mortalidade infantil. Portanto, mais uma vez, as crianças são as primeiras vítimas da pobreza.  

Já preparamos 12 hectares para cultivo de mandioca. Normalmente os camponeses pagam um euro por um rego de cem metros onde podem cultivar diferentes produtos como mandioca, milho, feijão... durante um ano. Normalmente, sem trabalhar muito, podem produzir quinze euros por rego. Muita gente, neste momento de pandemia, aposta na agricultura e como o dinheiro que pedimos é relativamente baixo, já vendemos todos e já estão à espera que preparemos mais terreno. 

Tivemos a notícia, há dias, que a Obra da Rua vai preparar um contentor de alimentos para Malanje e outro para Benguela. A verdade é que ficamos muito felizes porque a nossa alimentação vai melhorar consideravelmente. Ninguém se queixa, pois todos temos consciência das dificuldades que têm todas as famílias em Angola e como muitas delas, às vezes, não conseguem comer uma refeição por dia. 

Estamos reativando as medidas de biossegurança em nossa Casa do Gaiato de Malanje, pois ultimamente vêm muita pessoas, com bidões de vinte litros, por falta de água potável. O problema da água traz consigo a febre tifoide, que é muito difundida no País e se manifesta com tantas insistência como o paludismo. Por isso, mandamos consertar uma manivela para que as pessoas possam encher suas latas. A questão é quando tempo durará até que volte a avariar-se.

Em nossa Casa do Gaiato procuramos viver tudo isto dentro de uma normalidade, tentando que estas dificuldades não sejam sentidas com força pelo nossos rapazes, especialmente os «Batatinhas». 😀

domingo, 30 de agosto de 2020

"O Sorriso pode resolver muito problemas"

Não é fácil ultrapassar alguns momentos da vida de hoje, problemas famíliares entre delas o consumo de drogas, desemprego mas principalmente separações delas causadas pela pandomia que vão minando os princípios de união entre casais.
Depois vem a subrepor-se a tudo estes problemas a educação que descaiu para graus pouco abaixo 50%. Tudo isto verifica-se mesmo no ceio de famílias cristãs batizados em Cristo. Seus filhos em encarregados aos professores do ensino primário, são deixados ao critérios destes, como tenham "obrigação" de os ensinar a religião sejam eles cristãos ou outros irmão, fiéis a Deus.
No meio destes problema humanos, juntam-se também um problema não menos importante que é ter ou desejar levar vida que lhe chamamos de  "vida de ricos".
Está frase leva a um pensamento Cristão: no Concílio Vaticano II,  no ano 2015 a Igreja católica celebrou o quinquagésimo aniversário do encerramento do Concílio que representa o ponto alto da sua história de dois mil anos. O evento serviu de inspiração, chamada Aula conciliar, na altura a cerca de 40 bispos reunidos nas catacumbas de Domitila para assinar que hoje se conhece O Pacto das Catacumbas de 1965. 
Tem como projecto manifestado a <Missão dos Pobres na Igreja>. 
Como a palavra pode ter um contesto e má interpretada prefiro chamar-lhe-ia {pessoas em situação de pobreza}. Hoje e no passado, os Cristãos vivem forma sincera consigo próprios uma vida de pobreza, sem ganância e luxúria. Poderei dizer graças a Deus e espiritualmente de uma forma desinteressada vivem os sinais, alguns partes do Pacto de uma forma prática junto das pessoas com dificuldades., minurando-lhes uma parte da vida em dificuldade. Espero que nas visitas em suas casas levem a conhecer o nosso Pai ensinando o Evangelho de seu filho: Cristo Jesus. 
Saudações a todos com um PAZ E BEM

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

A MISERICÓRDIA DEUS FEZ-SE

 "'Um dia um menino de cinco anos entrou em uma farmácia correndo e disse ao farmacêutico: ′′ Senhor, aqui está todo o dinheiro que eu tenho. Por favor, me dê um milagre ".

 O farmacêutico, surpreso, perguntou-lhe qual milagre queria e pra quê.

O pequeno respondeu: - O médico disse que a minha mãe precisaria de um milagre para curar. Aqui está todo o dinheiro que poupei para comprar uma bicicleta, mas eu amo minha mãe e quero que ela fique bem. Por favor, me ajude. Esse dinheiro é o suficiente?

 O farmacêutico, muito comovido, respondeu-lhe que não tinha a medicina ′′ milagre ′′ para curar a mãe, mas que se a tivesse oferecer-lhe-ia sem lhe cobrar um único peso.

Depois acrescentou que só Jesus, o Filho de Deus tem aquele remédio especial, e convidou-o para ir à Igreja pedir.

 O menino correu como um raio até a Igreja. Chegou em frente ao crucifixo perto do altar e disse: Eu sei que vc tá nessa cruz, que te dói e que não tem muito tempo pra mim, mas o farmacêutico me disse que o milagre da minha mãe tem você.

 Você sabe o quanto eu amo a mamãe, aqui está todo o dinheiro que eu poupei para uma bicicleta. Dou-te e prometo ajudar-te a descer da cruz, mas por favor ajuda-me.

 Infelizmente o Jesus da Cruz não respondeu a ela nem uma palavra, por isso a criança gritou: Se não me ajudares, eu irei chorar com a tua mãe, a Virgem! Se tu também amas a tua mãe como eu amo a minha, ajuda-me e dá-me a medicina. Eu prometo voltar o mais rápido possível para ajudá-lo.

 O padre, que tinha ouvido o grito da criança, aproximou-se e convidou-o para falar em voz baixa, com Jesus. Explicou-lhe que Cristo o ouve mesmo que não responda diretamente.

 Comovido com a criança, o padre decidiu segui-lo para casa. Ao longo do trecho da rua da Igreja lá, a criança explicou ao padre o quanto queria a mãe, disse-lhe que para ele ela era tudo e que só Jesus tinha o milagre que poderia curá-la, como lhe tinha explicado o farmacêutico.

 Uma vez em casa, o menino  encontrou a cama de sua mãe vazia. Olhou e a viu sair da cozinha, que se dormindo a ele, lhe disse: O médico que veio visitar-me curou-me e te cumprimenta. Me mandou te dizer que ele também ama muito a mãe dele. Filho, como você conheceu esse médico?

 Então o padre com lágrimas nos olhos disse à criança: ′′ Ele fez o que você pediu, e chegou antes de nós".

 Lembre-se: Nossas orações, lágrimas do nosso coração, nossas mágoas e lamentos são ouvidos pelo Senhor.'"🙏

                                 






quarta-feira, 5 de agosto de 2020

O PACTO EM DOMITILA - 1965

Não querendo ser maçador seguindo a primeira parte sobre texto sobre o pacto, transcrevo a parte dos signatário - entre eles na sua maioria da América-latina, « não constando na assinatura um único português», direi; não existe uma lista oficial dos 39 bispos que estiveram na celebração da Eucaristia nas catacumbas de Domitila em 16 de novembro de 1965, quando assinaram o Pacto das Catacumbas.
Desejavam ter uma celebração discreta, longe da imprensa, com uns poucos bispos (originalmente previa-se apenas uma vintena), para evitar que o seu gesto de simplicidade e compromisso fosse interpretado como uma «lição» aos demais bispos. Da tal modo foi assim que a primeira notícia da celebração apareceu apenas numa nota de Henri Fesquet no jornal diário Le Monde, mais de três semanas mais tarde, no encerramento do Concilio, a 8 de dezembro de 1965, sob o titulo «Um grupo de bispos anónimos compromete-se a dar o testemunho exterior de uma vida de estrita pobreza». A notícia não mencionava nomes, mas entre os papeis de D. Charles Marie Himmer, bispo de Tournai (Belgica), que presidiu à concelebração da manhã e se encarregou da homilia, existe uma lista (incompleta) dos participantes: 
Brasil
D. António Fragoso (Crateús- CE)
D. Francisco Mesquita filho Autregésilo (Afogados da Ingazeira, PE)
D. João Baptista da Mota e Albuquerque (arcebispo de Vitória, EP)
P. Luís Gonzaga Fernandes (haveria ser nomeado bispo auxiliar de Vitória)
D. Jorge Marcos Oliveira (Santo André- SP)
D. Hélder Câmara (Bispo de Recife)
D. Henrique Golland Trindade, OFM (arcebisno de Botucatu, SP)
D. José Maria Pires (arcebispo de Para´ba, PB)
Colombia  
D. Tulio Botero Salazar (arcebispo de Medellin)
D. António Medina (Bispo auxiliar de Medellin)
D. Aníbal M~unoz Duque (bispo de Nueva Pamplona)
D. Raul Zambrano (Facatativá)
D. Angelo Cuniberti (vigário apostólico de Florência)
Argentina
   

DESASTRE NO LIBANO

POR CERTO JÁ VIRAM E SENTIRAM O DESASTRE QUE O POVO DO LÍBANO VIVE NESTE MOMENTO, JÁ NÃO CHEGAVA A PANDEMIA.


DEPOIS DE DUAS FOTOS, QUEM QUISER AJUDAR O POVO DO LÍBANO PODEM ENCAMINHAR ATRAVÉS DA CRUZ VERMELHA PORTUGUESA.





   

domingo, 2 de agosto de 2020

O Pacto Catacumbas em Domitila - ano 1965

Vou tentar transcrever parte de um livro "Pacto das Catacumbas ocorrido em Domitíla-1965" como sentido evangélica, penso ser do interesse dos cristão e, a parte transcrita poderá servir para reflexão. Depois do entre outros no Concilio Vaticano II, este ano faz 55 anos que ocorreu. O livro pretende que se conheça e se assuma o dom e a tarefa do Pacto das Catacumbas, o seu conteúdo e as sua repercussões na vida da Igreja, de compromisso concreto inicialmente a um número reduzido de bispos (cerca de 40), que o assinaram em seu nome próprio no contexto do Concílio,nas catacumbas Domitila, num lugar onde se mantém viva a tradição da Igreja dos perseguidos e marginalizados da antiga Roma. Mais adiante (porque não tenho a ousadia de transcrever todo texto inicial mas o seu principal):
Como nos aproximamos de uma data a 18, dia atribuída pelo Papa Francisco: Dia Mundial dos Pobres, pode servir como reflexão e preparação dos vicentinos que queiram viver o seu tempo a servir a Igreja através dos seus assistidos e aperfeiçoamento evangélico...
 
Pequena nota aos vicentinos: 
sabemos que parte dos compromissos estão a ser seguidos mas, tenho a dizer que também parte não estão, ainda existe pequenas falhas, sei que os senhores padres fazem o seu esforço mas tenho verificado aqui e ali algumas riquezas que aos olhos dos cristãos entre outras não caem bem. 
Embora os compromissos sejam de todos dirigidos aos signatários mas, cabe aos vicentinos (também uma riqueza não partilhada na sua quota-parte cabe a nos na missão ne caridade e observância aqui expressos seguir os mesmos caminhos pois a eles também são destinados.
  
O Pacto das Catacumbas.
 
Catacumbas de Domitila, 16 de Novembro de 1965.

No dia 16 de novembro de 1965, poucos dias antes do encerramento do Concílio, cerca de quarenta Padres, conciliares celebraram uma Eucaristia na catacumbas de Domitila. Pediram para «ser fiéis ao espirito de Jesus» e, ao terminar a celebração assistiram o que chamarão de »Pacto das Catacumbas». O Pacto é um convite aos »irmãos no episcopado» para que levem uma »vida de de pobreza» e sejam uma Igreja «serva e pobre» como queria João XXIII. Os signatários - entre eles muitos latinos-americanos, aos quais se uniram depois outros - comprometiam-se a viver na pobreza, a rejeitar os símbolos ou privilégios de poder e a colocar os pobres no centro do seu ministério pastoral. Assim a determinação e toda a força de Deus nos quer dara a graça, comprometemo-nos ao que se segue:
  1. ) Procuraremos viver segundo o modo ordinário da nossa população, no que concerne à habitação, à alimentação, aos meios de locomoção e a tudo que daí se segue. Cf.Mt 5,3;6,33s;8,20.
  2. ) Renunciaremos para sempre à aparência e à realidade da riqueza,especialmente no traje (fazendas ricas, cores berrantes), nas insígnias de matéria preciosa (devem esses signos ser, com efeito evangélicos). Cf.Mc 6,9; Mt 10,9s;At3,6. Nem ouro nem prata.
  3. Não possuiremos nem imóveis, nem móveis, nem conta em banco, etc., em nosso próprio nome; e, se for preciso possuir, poremos todo em nome da Diocese, ou das obras sociais ou caritativas. Cf. Mt 6,19-21;Lc 12,33s.
  4. Sempre que possível, confiaremos a gestão financeira e material na nossa Diocese a uma comissão de leigos competentes e Cônscios do seu papel apostólico, em vista de sermos menos administradores do que pastorais e apóstolos. Cf Mt 10,8; At 6,1-7.
  5. Recusamos ser chamados, oralmente ou por escrito, com nomes e títulos que signifiquem a grandeza e o poder (Eminência, Excelência, Monsenhor...). Preferimos ser chamados com o nome evangélico de Padre. Cf Mt 20,25-28; 23,6-11; 13,12-15.
  6. No nosso comportamento, nas nossas relações sociais, evitaremos aquilo que pode parecer conferir privilégios, prioridades ou mesmo uma preferência qualquer aos ricos e aos poderosos (ex.:banquetes oferecidos ou aceites, classes nos serviços religiosos). Cf. Lc 13,12-14; 1Cor 9,14-19.
  7. Do mesmo modo, evitaremos incentivar ou lisonjear a vaidade de quem quer que seja, com vista a recompensar ou solicitar dádivas, ou por qualquer outra razão. Convidaremos os nossos fiéis a considerarem as suas dádivas como uma participação normal no culto, no apostolado e na acção social. Cf. Mt 6,2-4; Lc 15,9-13; 2Cor 12,4.
  8. Daremos tudo o que for necessário do nosso tempo, reflexão, coração, meios, etc., ao serviço apostólico e pastoral das pessoas e dos grupos operários e economicamente mais débeis e subdesenvolvidos, sem que isso prejudique as outras pessoas e grupos da diocese. Amparemos os leigos, religiosos, diáconos ou sacerdotes que o Senhor chama a evangelizarem os pobres e os operários, compartilhando a vida operária e o trabalho. Cf. Lc 4,18s; Mc 6,4; Mt 11,4s; AT 18,3s; 20,33-35; 1Cor 4,12 e 9,1-27.
  9. Côncios das exigências da justiça e da caridade e das suas relações mútuas, procurearemos transformar as obras de »beneficência» em obras baseadas na caridade e na justiça, que levam em conta todos e todas as exigências, um humilde serviço dos organismos públicos competentes. Cf. Mt 25,34-46; Lc 13,12-14,33s.
  10. Poremos tudo em obras para que os responsáveis pela governação e pelos nossos serviços públicos decidam e ponham em prática as leis, as estruturas e as instituições sociais necessárias à justiça, à igualdade e ao desenvolvimento harmónico e total do homem em todos os homens e, por aí, ao advento de uma outra ordem social, nova, digna dos filhos doas homens e dos filhos de Deus. Cf. At 2,44s; 4,32-35; 504;2Cor 8-9; 1Tim 5,16.
  11. Uma vez que a colegial-idade dos bispos encontra a sua realização mais        evangélica na assunção do encargo comum das massas humanas em estado de miséria física, cultural e moral-dois terços da humanidade -        comprometemo-nos:
  • a participar, segundo os nossos meios, dos investimentos urgentes dos        episcopados das nações pobres; a requerer, juntos, ao plano dos organismos internacionais, mas testemunhando o Evangelho, como o fez o Papa Paulo VI na ONU,a adoção de estruturas económicas e culturais que não produzam mais nações proletárias num mundo cada vez mais rico, mas sim permitir às massas pobres saírem da sua miséria.
  • 12) Comprometemo-nos a partilhar, na caridade pastoral, a nossa vida com os nossos irmãos em Cristo, sacerdotes, religiosos e leigos, para que o nosso ministério constitua um verdadeiro serviço; assim:
  • suscitaremos colaboradores para serem mais animadores segundo o espírito, do que chefes segundo o mundo;
  • procuraremos ser o mais humanamente presentes, acolhedores...,
  • mostrar-nos-emos abertos a todos, seja qual for a sua religião. Cf. Cf. Mc      8,34s; At 6,1-7; 1 Tim 3,8-10.
 13.Tornados às nossas respectivas dioceses, daremos a conhecer aos nossos         diocesanos a nossa resolução, rogando-lhes que nos ajudem com a sua               compreensão, o seu concurso e as suas preces.
     Que Deus nos ajude a ser fiéis.      
 

    

quarta-feira, 24 de junho de 2020

Décimo Terceiro Domingo do Tempo Comum - 28-06-2020


Décimo Terceiro Domingo do Tempo Comum
Leituras: Rom 6,3-4-8-11; Mt 10,37-42
“Quem procura conservar a sua vida vai perdê-la”
Domingo dia 28-06-2020

Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos

Irmãos: Será que ignorais que todos nós, baptizados em Jesus Cristo, é na sua morte que fomos baptizados? Pelo baptismo na sua morte, fomos sepultados com ele, para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim também nos levamos uma vida nova. Se, pois, morremos com Cristo, cremos que também vivemos com ele. Sabemos que Cristo ressuscitado dos mortos não morre mais; a morte já não tem poder sobre ele. Pois aquele que morreu para o pecado uma vez por todas; mas aquele que vive, é para Deus que vive. Assim, vós também considerai-vos mortos para o pecado e vivos para Deus, em Jesus Cristo.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus

Naquele tempo, disse Jesus aos seus apóstolos: “Quem ama seu pai e ama sua mãe mais do que a mim, não é digno de mim. Quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim, não é digno de mim. Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim. Quem procura conservar a sua vida vai perdê-la. E quem perde a sua vida por causa de mim, vai encontra-la. Quem vos recebe, a mim recebe; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou. Quem recebe um profeta, por ser profeta, receberá a recompensa de profeta. E quem recebe um justo, por ser justo, receberá a recompensa de justo. Quem der, ainda que seja apenas um copo de água fresca, a desses pequeninos, por ser meu discípulo, em verdade vos digo: não perderá a sua recompensa”.

______________________________   Reflexão vicentina   ____________________________

As leituras desta semana parecem muito complexas e exigentes.

Jesus nos diz que “Quem procura conservar a sua vida vai perdê-la”. E vai ainda um pouco mais longe: “Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim, não é digno de mim. Quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim, não é digno de mim. Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim”.

Será que Jesus está querendo dizer que devemos abandonar nossos pais ou nossos filhos para viver somente na Igreja? Não! Jesus não seria tão egoísta, porque nossa família é um presente que Ele mesmo nos seu: é o maior dom que temos na vida!

O que Jesus nos diz é muito mais belo. Ele quer que amemos sim, nossa família, mas a amemos em nome Dele. E amar em nome Dele significa amar com toda a força sem egoísmo, sem interesses, mas com a vontade de “perder a sua vida” pelos que ele nos coloca no caminho.

Na sua carta aos romanos, São Paulo vai na mesma direção: “pelo batismo na sua morte (de Cristo), fomos sepultados com Ele, para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim também nós levemos uma vida nova. Se, pois, morremos com Cristo, cremos que também vivemos com Ele” Paulo nos faz participantes da morte e da ressurreição de Cristo. Se O amarmos sobre todas as outras pessoas, ou mesmo, se amarmos as outras pessoas em Seu nome, estaremos tendo uma vida nova, uma vida em Cristo.

Esta mística se aplica muito a nós vicentinos. Jesus não diz que devemos amar a ele mais que amamos os Pobres. Não, de maneira nenhuma! Pelo contrário, Jesus quer que amemos os Pobres em nome Dele, sem egoísmos, sem interesses, mas com vontade de “perder a vida” por eles. Perder a vida pelos Pobres, por amor a Deus, significa morrer para nós mesmos (participar da morte de Cristo) e ganhar uma nova vida (participar da ressurreição de Cristo). Parece inacreditável, mas é evangélico, é verdadeiro.

As leituras de hoje dão o significado exacto do que Ozanam queria realizar junto com os seus amigos e que nos deixou como herança: a SSVP é a nossa forma de santificação. Não pode existir maior santificação que participar de forma completa da morte e da ressurreição de Cristo. E isto buscamos pelo serviço aos Pobres. A final como disse São Vicente, Ele são “nossos mestres e senhores”

Digo: para todos nós, Cristo tem um pensamento algo difícil, mas, toda a leitura dá-nos uma pista concreta: se todos vivermos segundo a sua vontade, ou seja, vivermos ao lado dele durante a vida que Deus nos dá teremos uma vida eterna e Deus nos aceitará de braços abertos. Não queiramos viver a nossa vida só para nós, à nossa maneira, Ao nosso gosto, mas, participar dela olhando sempre para Cristo seguindo o seu exemplo e sua vontade, sem olhar sempre para os nossos botões. A final Ele foi escolhido pelo Pai para que tenhamos vida na terra e depois no encontro no Céu.  

terça-feira, 23 de junho de 2020

¿ O PATRIMÓNIO PESSOAS EM SITUAÇÃO DE POBREZA


¿ O PATRIMÓNIO PESSOAS EM SITUAÇÃO DE POBREZA ?

Portugal tem 94 mil milionários. Os mais ricos aumentaram: o número de residentes em Portugal com mais de 500 Milhões de dólares, passou de nove para 13. A fortuna está avaliada em mais de um milhão de dólares (870 mil euros). Os números resultam dados fornecidos pela Global Wealth Databook, publicação anual Credit Suisse.
Entretanto os mais “pobres”, não chega ter rendimentos de trabalho 500 euros por mês, não tendo em conta o desemprego correndo o risco desta escala e números aumentarem em 2020/2021 por causa da pandemia covid-19 que, entretanto a Europa a nível de governos centrais estão todos encolhidos, envergonhados, (em pedir uma explicação das causas do vírus, alastrado em quase todo o mundo).
Estes senhores os mais ricos sabem o que é viver na miséria que nem casa condigna tem, sujeitando-se a viver em quartos, alguns doentes, sem dinheiro para pagar um aluguer (os senhorios exigem o pagamento das rendas atrasadas, ameaçando-os de despejo.
Alguns desta gente poderão receber alguma coisa da Segurança Social. Estamos perante uma tragédia social. Existe tantos prédios abandonados nem os donos ou os governos nada fazem.

Construir casas ou renová-las os apartamentos com preços acessíveis, atenuavam o peso dos que se até este momento perderão trabalho por causa do Covid-19, onde as empresas fecharam portas, outras despediram em massa, mesmo com as ajudas do governo para garantirem os empregos, mas não é mais fácil despedir engrossando os seus rendimentos, número dos mais ricos em Portugal.
Por outro lado, 850 Milhões se euros num banco ai há dinheiro, para construir casas mesmos em bairros, não!  
Recordemos o que foi dito na última campanha eleitoral: - acabar com a extrema pobreza. Esta gente que se implantou com todos os luxos e vive rodeado do que há do melhor, saberá o que é a extrema pobreza? Saberá? Ou aquelas promessas foram apenas para enganar os palpavos (simplórios, lorpas, etc.) para manter a sua posição social e grandeza? Terão consciência de que o dinheiro usado vem dos duríssimos impostos dos concidadãos? 
Oitenta cinco milhões davam para construir, pelo menos, moradas para oito mil e quinhentos famílias. Entretanto os mãos pobres continuam a viver de calças na mão em piores condições. Também é preciso dizer, a nossa querida Igreja Católica tão bem organizada estará só para defender a liberdade religiosa?
Vivemos após Concilio Vaticano II, é citado vezes sem conta a parábola do bom samaritano, continuamos a deixa-los na estrada, prova provada de que não cheiramos as ovelhas mais sofridas 
O representante de Cristo na terra com a lucidez evangélica toma o partido dos mais pobres, aconselha-nos ir às periferias e muitos de nos na figura retórica ou conveniência ou com medo dos Grandes não largamos o sofá. O Pacto da Catacumbas ainda esta por descobrir e vivida quer pelos nossos irmãos do episcopado ou todos nós, (para o católico e desconhecido e seu conteúdo), para levarmos uma vida mais simples libertando-se dos interesses ou conveniências. Os mais ricos continuam mais ricos os pobres cada vez mais pobres. O juízo final espera-nos a todos. é preciso não ter medo e denunciar estas desigualdades. O amor a Cristo Jesus continua patente nesta sociedade capitalista.  
Aqui fica o convite do Papa Francisco: - Ide ás periferias e cheirai as ovelhas.
Fernando Teixeira

sábado, 23 de novembro de 2019

As Conferências Vicentinas e o Trabalho em Rede II - Ao nível do CZGN


I - Foi assim que a Conferência de Paço de Sousa na publicação num Jornal O Gaiato de Novembro. O seu autor: Américo Mendes, vicentino conhecedor das dificuldades que as Conferências se debatem de Trabalho em Rede. Debatemos todos com razão, quando se refere que as Conferências a nível da Diocese do Porto, tende por defeito ou por “comodismo”! fechar-se sobre si. Ajudam os seus assistidos essencialmente nas Paróquias onde estão inseridas. (CITEI.)  Nos dizemos; também é verdade acima de tudo, olhar pelos seus na Paróquia.
II - Dizemos que os grupos de jovens VICENTINOS, ONDE OS HÁ. não colaboram, ou nós os mais velhos, ao mesmo nível de vicentinos, não lhe damos abertura, não facultamos a sua integração; ou pode ser o contrário, para que eles se entreguem ou possam trabalhar no mesmo grupo vicentinos.  Conferências Jovens Vicentinos fazem as suas tarefas próprias; em boa verdade, ajudam as pessoas sim, angariam coisas e bens distribuem diretamente às pessoas ajudas aos seus assistido. Sujeitam-se a um trabalho de grande esforço para convencer pessoas nas ajudas. Por outro lado, as suas receitas são escassas que daria para fazer face as despesas com alguma folga. É preciso lembrar que as receitas que as Conferências conseguem não só servem para socorrer em algumas urgências numa família ou individual, coisa que de outra maneira não se consegue. Abro um (que nos diz no Preâmbulo da Regra, página 21 em O espirito de pobreza dos membros da SSVP, na 3º paragrafo; O Espirito de pobreza é, primeiro que tudo, etc, etc, ).
Por outro lado, também temos, ter em consideração que os Conselhos Centrais e Nacionais têm muitas despesas que cabe as Conferências ajudar a resolver. Temos a nível da Diocese do Porto outras organismos que é da competência nossa ajudar a pagar despesas com: Casa de Santo António, Casa de Ozanam, Farrapeiro, Associação dos Ciganos e dos Presos. São organismos que executam trabalhos enriquecedor e que devia de merecer a nossa melhor atenção com dádivas pelo menos juntamente com os Quadros Estatísticos.
Deixo para último os Conselhos de Zonas que recebem uma parte das receitas declaradas dos Q.E. que ficam ao serviço das Conferência, com despesas que todos conhecem; Formação quando possível, custos com transporte das Conferências peregrinações, envio de Correspondência pelos CTT ou não, tudo isto que referimos na boa verdade podemos falar de Trabalho em Rede.

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

POBREZA - DAS NOSSAS VIDAS



No seu artigo jornal “Obras da Rua” - Pe. JÚLIO, relata notícia entre a pobreza na europa e africa, referindo que a Obra de Rua em Africa é, em primeiro lugar, uma bênção para a própria Obra´´, é o que ela é, é uma obra pobre, de pobres, para os pobres, pelos pobres. Diz pouco mais adiante; como dizia Pai Américo, se não houvesse pobres, a quem poderíamos amar?
Pode-se então dizer que no mundo europeu não há pobreza? Não, há pobreza, e mais pobre ainda porque não pode ser objeto de bem à sua medida. Deixa uma critica: não se pode criar estruturas para lhes fazer bem sem a autorização e beneplácito do Estado que tantas vezes complica a vida dos pobres que, de si mesma, é e tem de ser simples. Afirma: tenho bem presente a resposta de Pai Américo àqueles que nesse tempo, inversamente aos de hoje, dizia «não está nada certo o aparato das casas da nossa aldeia: nem nós os temos o lixo, seria uma simples transferência. Se do lixo para luxo, seria miséria doirada».
Os pobres, muitos a tempo inteiro, outros em semi-pobreza temporária…
Citei parte da publicação…

Hoje diria que os tempos são pouco diferente embora tenhamos perto de 20% de pessoas em situação de pobreza ou semi-pobreza, ele é pobreza psicológica, do que real. Hoje a maior parte delas tem certa dificuldade de sentir na pele a falta de trabalho, hábitos adquiridos na procura de trabalho, de recusar a mesma (mesmo que lhes seja proposto algumas alternativas de procura a nível das comunidades paroquiais vicentinas, ou institutos de segurança social, ou por mero desleixo. Sabemos que a maior parte dos menos jovens entre idades 30 a 50 não tem qualificações literárias o que dificulta a procura…(será a culpa deles?)  
Vejamos, antes de Abril de 74, não existia ordenado minino nacional, ela apareceu no 1º governo provisório então o 1º ministro Adelino Palma Carlos, foi criado OMN em 27/05/1974, no valor em euros de hoje: 16,50.
Nos tempos de hoje temos implementado o RSI-rendimento social reinserção o valor: Para um individuo: 189,66€ + 132,76 se houver uma segunda pessoa e +94,83 se for caso de um menor.

Diria que é mais má vontade por parte de quem tem necessidade; pois recentemente uns vicentinos ofereceram um computador portátil para que uma pessoa ganhasse vontade de dar um passo em frente ao seu desespero da vida difícil que diz levar e não quis aceitar a oferta

Portanto perguntaria; não será mais pobreza psicologia, espiritual e, vontade de procura?
Nós vicentinos podemos ajudar os jovens para isso partilho uma notícia; Economia e Finanças, um link: https://economiafinancas.com/2019/25-estagios-de-ingresso-para-a/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+EconomiaFinancas+%28Economia+%26+Finan%C3%A7as%29  acesso a oferte de: (25 estágios na carreira de vigilantes da natureza).
Aconselho consulta ás condições.

Nos vicentinos sempre disponibilidades e ajudamos e procuramos cria vontades (como está nos Espírito Vicentino) que haja disponibilidade.

Tema de responsabilidade de: Fernando Teixeira.
Gaia, 18/09/2019