sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Modelo Família Vicentina - Jean-Léon Le Prévost

Jean - Léon Le Prévost
(1803 - 1874)

UM HOMEM TODO CARIDADE

Le Prévost foi vicentino muito actuante em sua época. Foi por sua sugestão que as Conferências de Caridade passaram a chamar-se Sociedade de São Vicente de Paulo. Anos depois, ele funda uma congregação de padres e irmãos intitulada Religiosos de São Vicente de Paulo. Nos tópicos abaixo temos um resumo da sua vida.

Infância e juventude

  Os Le Prévost constituíam uma das mais antigas famílias da cidadezinha de Caudebac - en - Cax., na Normandia (França), situada nas margens do rio Sena. Seu pai, Jean Louis Claude Le Prévost, exercia a profissão de tintureiro e branqueador de algodão. Casou-se no dia 9 de Maio de 1802 com Françoise Pitel. Deste casamento nasceram dois filhos. Um ano depois do nascimento de Maria, a irmã mais velha, nascia Jean-Léon, em 10 de Agosto de 1803.
  Jean-Léon não tinha ainda um ano no momento da morte de sua mãe. Em 1805, seu pai casa-se, em segundas núpcias, com Marie Françoise Rosalie Duchatard. Esta mulher ocupa um lugar importante na vida e na educação de Le Prévost. Ela foi uma «verdadeira mãe» para ele. É o testemunho que Prévost dará desta mulher que ele cercará com o seu afecto até à sua morte, ocorrida em 1845. Ela estava com 42 anos à época do casamento. O casal não teve filhos. Na idade dos três anos, Le Prévost sofreu uma queda que lhe causou uma enfermidade na perna direita. O mal exteriormente é pouco sensível, mas a extrema fraqueza da perna obriga-o a parar frequentemente. Ele recorrerá ao uso da bengala para fazer as suas «corridas de caridade» nas ruas de paris ou na periferia. Sua mãe, muito piedosa, lava-o aos santuários da região, na esperança de obter da Virgem uma possivel cura. Retirado em Chavile, Le Prévost, nos seus últimos anos, lembrava com emoção as longas caminhadas de oração e fé de sua infância: «permaneci coxo, mas, sem duvida, é a todas as preces de minha mãe que devo o pouco amor a Deus que está no meu coração».
  A infância de Le Prévost passa-se sob o Império de Napoleão I. Na época, o ensino deixava muito a desejar. Le Prévost recebe as primeiras lições junto de um padre laicizado e algumas senhoras, primas de sua mãe. Le Prévost deixa, aos 16 anos, os seus estudos, pois precisava de trabalhar. Encontra um emprego de copista. Um gesto dá testemunho de seu amadurecimento - renuncia à sua parte de herança em favor da sua irmã: «Que a minha parte seja junta à de minha irmã, para lhe constituir um dote; para mim a minha educação me basta». O sofrimento de seu pai não terá sido inútil pois te-lhe-á possibilitado o saber colocar-se no lugar do pobre, do humilde, do rejeitado.

Le Prévost e a SSVP

Em 1831 desembarca em Paris o jovem António Frederico Ozanam, filho de um médico de Lyon. Este brilhante aluno deseja preparar o seu mestrado em Direito. As suas convicções religiosas, e a sua grande inteligência e a sua autoridade pessoal fazem dele o lider dos jovens estudantes católicos. Ele faz amizade com Lacordaire e escreve no jornal de Bailly, como Jean-Léon Le Prévost. os dois homens encontram-se no jornal «La Tribune Catholique» na casa de Emmanue Bailly seu proprietário e redactor-chefe.
  Ao completar 20 anos, em 23 de abril de 1833, Ozanam reúne, com Bailly, muitos outros companheiros: Lamanche, Le Taillandier, Devaux e Lallier. Encorajados pela Irmã Rosalie, estes jovens estudantes desejam manifestar a sua fé através de uma reunião literária, dirigida por Bailly, numa associação devotadamente aos pobres. Ela destinava-se a «demonstrar aos deístas, aos cépticos e aos filósofos a vitalidade da fé».
  Le Prévost encontra Ozanam e os seus companheiros, não somente no escritório de Bailly, mas também num pequeno restaurante: «Eles comiam comigo. eles eram animados e um pouco barulhentos. Amante do silêncio eu temia-os um pouco». Um dia um deles dirige-se a Jean-Léon e, após um maior conhecimento mútuo, é-lhe proposto juntar-se ao pequeno grupo recém-constituído sob o nome de «Conferências da Caridade».
  Estamos mo mês de Agosto no momento de separação para férias. Em outubro seguinte, Le Prévost é atingido pela cólera e a sua convalescença prolonga-se por todo o mês de Novembro. Só estaria presente na Conferência da Caridade no dia 17 de Dezembro de 1833, como testemunharam as actas do Secretário-Geral Chaurand. Naquela época os vicentinos já eram 15. Dois meses mais tarde, em 4 de Fevereiro de 1834, Le Prévost pede «que a Sociedade se coloque sob a protecção de São Vicente de Paulo e celebre a sua festa, além de uma oração feita no início e no fim de cada reunião».Esta proposta correspondia aos desejos do conjunto dos vicentinos e, em particular, de Bailly, cuja família venerava «Monsieur Vicent» É na assembleia de 8 de Dezembro de 1834 que o nome «Sociedade São Vicente de Paulo» é escrito pela primeira vez.
  A visita aos pobres, aos jovens presos, a responsabilidade assumida para com um grupo de órfãos, são outras tantas actividades em que encontramos o vicentino Le Prévost, que não esconde o seu entusiasmo, que se reflecte nas cartas da época «Não saber a quem recorrer, com quem se entender, a fadiga, a vertigem e, depois, quando se deixa tudo, por esgotamento, ver tudo, à mercê do bom Deus, correr melhor e, chegar sem a gente, ao objectivo...».
  Vivendo geralmente longe de Paris, António Frederico Ozanam recusou o cargo de Vice-Presidente em 1835 - também em 1840 - e é Le Prévost que ocupa este a partir de 8 de Dezembro de 1835 até 1839. No ano de 1835, o conselho Directivo desdobra-se em dois : Conselho geral e Conselho de Paris.
  Le Prévost, membro do Conselho Geral, dele participará até Outubro de 1835. Como Presidente da Conferência Sant-Suplice, é membro de direito de conselho de Paris. Durante mais de uma dezena de anos, nele desenvolverá todos os seus talentos de animador e organizador.

Leigos trabalhando  

  Nascido desta «querida Sociedade de São Vicente de Paulo», o Instituto de Jean-Léon Le Prévost tinha aprendido o que era apostolado leigo. Os primeiros membros desta família religiosa tinham iniciado a caridade nas obras da Sociedade de São Vicente de Paulo. Esta experiência tornava-se o ponto de partida de uma acção missionária rejuvenescedora e o início de uma tomada de consciência dos problemas socais da época.
  Em 1874, o Instituto contava com 64 religiosos empenhados no trabalho apostólico em 11 comunidades. Eis o segredo deste sucesso: «Os esforços deste pequeno número de homens são multiplicados na prática das obras por um processo que caracteriza o espírito do Instituto e, que consiste em fazer agir em toda a parte, ao redor de nós, um certo número de homens de classe dirigentes que se instruem e se santificam, colaborando com os religiosos. Pode avaliar-se em 300, mais ou menos, o número destes auxiliares».
  Ozanam tinha razão de querer preservar as Conferências do controlo clerical e conservar-lhe o seu carácter leigo. O vicentino Le Prévost e o seu Instituto reconheciam a autonomia das associações leigas, colocando-as no conjunto da vida eclesial.
  Le Prévost descobriu muito cedo e em grande parte graças à Sociedade São Vicente de Paulo, que os leigos são membros por inteiro desta grande família eclesial, que são uma vanguarda missionária e chamados à perfeição evangélica.
  Caridade é doação, entrega, despojamento. Para atingirmos a santificação devemos vivê-la. Assim Le Prévost definiu caridade:«Caridade: que palavra e que coisa sublime!... Como o bom Mestre fez um lindo presente ao mundo quando veio trazer este fogo divino! Possamos, segundo seus desígnios, acendê-lo em seu nome ao redor de nós».

Resumo da vida de Le Prévost

1803 - Nascimento (10 de Agosto - Normandia).
1803 - Baptismo (7 de setembro).
1825 - Conhece Victor Hugo, Lacordaire e Montalembert.
1833 - Ingressa na SSVP.
1836 - Primeiro presidente da Conferência de Sant-Sulpice.
1840 - Membro do Conselho Geral da SSVP.
1844 - Fundador da «Obra da Sagrada Família».
1845 - Fundador dos «Religiosos de São Vicente de Paulo».
1860 - É ordenado sacerdote (22 de Dezembro).

1874 - Falecimento (30 de Outubro em Chavile).

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Ano de Misericórdia 2015/2016

Em dezembro vai começar o Ano de Misericórdia a dia 8 e a Diocese do Porto lança o Plano Pastoral 2015 / 2020 que procura dar rosto à «Alegria do Evangelho» de que fazemos a nossa missão.


Em "jeito de preparação para os crentes na nossa paroquia" temos matéria suficiente de trabalho para os grupos ao conselho pastoral da paróquia e que cada grupo na comunidade, seguindo os seus caminhos próprios, prossiga na missão, anunciar o Evangelho de Jesus Cristo.

Podem entretanto ler um pouco mais aqui; Plano Diocesano de Pastoral

Boas férias.

Paz e bem


domingo, 31 de maio de 2015

Modelos Vicentinos 1

Com a publicação de alguns modelos de vicentinos de mulheres e homens que se destingiram ao longo das suas vidas, dá-se inicio mais um meio de conhecimentos biográficos de pessoas que se destingiram na prática das obras da caridade. As publicações biográficas, tem como objectivo informar os mais novos principalmente seguindo as pisadas de muitos vicentinos, uns conhecidos outros são totalmente desconhecidos. 

"... Temos Conferências em Quebec e no México. Temo-las em Jerusalém. Há com certeza uma Conferência no paraíso, pois há mais de mil dos nossos, desde há vinte anos que existimos que tomaram o caminho duma vida melhor."
(última carta de Ozanam escrita ao R. Po Pendola, em 19 de Julho de 1853, sete semanas antes da sua morte).

S. Vicente de Paulo
(1581 - 1660)

Ozanam quis colocar as Conferências sob o patrocínio de São Vicente de Paulo. «modelo na terra, protector no Céu».
Foi em Landes, em Pouy, nos arredores de Dax, ali nasceu em 1581 o jovem Vicente de Paulo terceiros dos seis filhos de modestos lavradores. Dos longos dias passados no meio da natureza, na guarda de rebanhos, lhe veio o gosto da solidão e do recolhimento.

Seu pai impressionado com a inteligência de Vicente, mandou-o para o colégio em Dax, onde fez rápidos os estudos e se definiu a sua vocação.
Ordenado no ano 1600 com vinte anos incompletos, torna-se sucessivamente capelão de Margarida de Valois. Pároco de Clichy, que transforma em paróquia modelo e preceptor na família de Filipe Manuel Gondi, general das galés, ao qual acompanha nas suas deslocações: verifica então o que é a miséria dos lavradores e a insuficiência do clero rival e daí lhe nasce o sentimento da necessidade de evangelizar os meios rurais.

É nomeado párico de Chatillon-les-Dombes, em pouco tempo tudo está transformado, moral e primeira «Confraria de Caridade» destinada a «ajudar o corpo e a alma a bem morrer ou a bem viver»
Volta a casa dos Gondi, que o tinha reclamado, põe em pé a congregação a Missão, destinada a evangelizar aldeias, a qual em pouco anos cobre grande parte do solo da França. A completar a acção das Missões, desenvolve as Confrarias de Caridade, para o que pede a colaboração de Luísa de Marillac, que com ele colaborará até à morte e recruta as Damas da Caridade.
Entretanto torna-se capelão das Galés. Vicente de Paulo toma contacto com as prisões, verdadeira imagem do inferno e consegue melhorar a sorte dos desgraçados presos.
Para assegurar permanência nos socorros aos deserdados, institui as «filhas da Caridade», origem das «Irmãs de São Vicente de Paulo»

Dedica os seus esforços à espiritualidade do clero: daí nascem em diversos seminários, os «exercícios dos ordinandos», e também as «Conferências das Terças-Feiras» destinadas aos futuros Bispos, frequentadas, entre outros, por Bassuet, que a Vicente de Paulo aplicava o dito do Apóstolo: «Se alguém fala, que as suas palavras sejam as palavras de Deus»
Junto de Luís III, de Ana de Áustria, de Richelieu e de Mazarino, desenvolve notável acção na escolha de superiores eclesiásticos e a sua actividade torna-se prodigiosa para acudir a todos os males: Cria o orfanato, instrução, aprendizagem e colocação de crianças expostas; organiza em vasto socorro às províncias devastadas pela guerra, vencendo a fome, as epidemias e levantando ruínas.
Inteligência fulgurante, que lhe apresenta a raiz do mal a combater, vontade firme e privilegiado espírito de organização; tudo isto ao serviço dum coração a transbordar de amor fraterno, constitui o mais admirável exemplo terreno da «Caridade nas Obras».

Falecido em 1660, foi canonizado em 16 de Junho de 1737, vindo a ser proclamado por Leão XIII patrono das obras de caridade.    
  




segunda-feira, 11 de maio de 2015

Congresso Vicentino dia 17 de Maio 2015

                      O fim de semana que se aproxima, a Sociedade São Vicente de Paulo vai realizar o seu Congresso Vicentino na Casa Diocesana no Porto. O Tema principal a que todas as Conferências foi dado o desafio para reflexão e discussão no dia tem como tema principal
                 
                     "COMPROMETIDOS EM MISSÃO COM A IGREJA E OS HOMENS:
           RENOVAR O IDEAL E FORTALECER A FÉ, NA ALEGRIA DO EVANGELHO"

As duas  Conferências da Paróquia iram marcar com a sua presença,

Fica o convite feito aos Jovens da Tarefa-Ajudar a assistir e à Comunidade Paroquial.


PROGRAMA
09H00 - Acolhimento

09h30  - Oração de abertura – Padre Manuel Martins
                                       Palavras introdutórias – Manuel Carvas Guedes

10h00   - 1º Tema/Reflexão “Compromisso Vicentino”
                                                         Dr.ª Margarida Vieira

11h00  - Intervalo

11h30  - 2º Tema/Reflexão “Missão, unir o mundo inteiro
                           numa rede de caridade”

                                       D. Augusto César Ferreira da Silva

12h30  - Almoço

14h30  - A Voz dos Congressistas

15h30  - Momento Musical

16h00  - 3 Tema/Reflexão “Deus na minha vida e a minha vida 
               com Deus”
                                                            Dr. Canaveira Campos

17h00  - Propostas e Conclusões Finais – Secretariado do Congresso

17h45  - Intervalo

18h00  - Celebração da Eucaristia de Encerramento – presidida pelo 
               Senhor Bispo do Porto, D. António Francisco.






terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Os Trilhos na Comunidade Paroquial

Não sei muito bem como começar, mas temos de ter um início e vou começar pelo lado do desabafo, da critica e depois vos deixarei à vossa reflexão, o lado bom, as soluções que o Papa Francisco na sua mensagem "A Quaresma" e algumas palavras que o nosso cardeal-patriarca de Lisboa nos deixa a quando na sua primeira Missa nova "igreja" e uma entrevista deixada no Ecclesia.

Então vamos lá ser frontais pois sinto não existe outro local: Pelos dados recebidos pelos contactos pessoais e pelos dados que sinto não sei pelas novas funções para que fui eleito, vão chegando aos meus ouvidos bem activos, sinto muita cumplicidade no receio de se incomodarem, por parte de alguma hierarquia da igreja à falta de percorrer caminhos e fazer contactos dos problemas que existem nas paróquias, ainda existe presbíteros que se acomodam, que não saem do seu conforto que usufruem, aos caminhos difíceis e esperam que lhes caiam em cima da mesa,«Se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros» (1 Cor 12,26): A Igreja. De cristãos leigos que têm receio em colocar as suas ideias com medo de que o sr. padre não goste!.., Em algumas paroquias os grupos da igreja se fecham, não existe conselho pastoral onde se deve ouvir as propostas do pastor da igreja, de saber os orçamentos contabilísticos para a paroquia e destinados a grupos paroquias e vice-versa destinados a: manutenções diversas, catequese, liturgia, disposição de salas para o trabalho pastoral que todos grupos são responsáveis perante o seu pastor, de contrapor com outras formas de pastoral na paroquia, De cristão e (peço desculpa se irei ofender mas não é o objectivo); de cristão que não conseguem sair do seu casulo, sem ideias a apresentar para que a pastoral seja exercida na solidariedade e as suas visitas a casa deixem de ser preguiçosa e passe a ser diligente: "ouvir, propor, acompanhar, encaminhar", que a displicência caritativa passe a ser caridade zelosa,
Parece que também predominantemente às dificuldades diárias sobressaem a dificuldade de que "há, já podia ter sido"!..
Há tanta dificuldade em adquirir espaços porque quem os tem não abdica do seu espaço, não partilha. Não doa. Quem não se dá não se doa...
Possíveis soluções: Conselhos Pastorais a funcionar melhor. "Apresentar, Propor, Projectos e Orçamentos dos grupos".

Alguns parágrafos deixadas muito recente pelo Santo Padre, Papa Francisco nos disse na sua Mensagem para a Quaresma e na altura de sua escolhido pelo Consistório proposto a Cardeal pelo Santo Padre, Papa Francisco.
Tempo de renovação para a igreja, para as comunidades e para cada um dos fieis, a Quaresma é sobretudo um «tempo favorável» de graça (cf.2 Cor 6,2). Deus nada nos pede, que antes não no-lo tenha dado: «Nós amamos, porque Ele nos amou primeiro» (1 Jo 4,19). ele não nos olha com indiferença; pelo contrário, tem a peito cada um de nós, conhecer-nos pelo nome, cuida de nós e vai à nossa procura, quando O deixamos. Interessa-Se por cada um de nós;o seu amor impede-lhe de ficar indiferente perante aquilo que nos acontece. Quando estamos bem acomodados, instalados, esquecemos-nos certamente dos outros, não nos interessa os seus problemas, nem as tribulações e injustiças que sofrem e assim o nosso coração cai na indiferença, esqueço-me dos que não estão bem! Com esta atitude egoísta de indiferença atingiu uma dimensão mundial. Trata-se de um mal-estar que temos obrigação, como cristãos, de enfrentar.

D. Manuel Clemente nos deixa outra mensagem: O único caminho para "credibilizar" a igreja é passar das palavras aos actos concretos, um desafio para os católicos. "Credibiza-te como cristão fazendo teu o problema do outro, não ficando fora, indo lá ter, "acolher" estar junto dos marginalizados, dos jovens que não sabem nada da sua vida, dos idosos que reclamam a nossa presença. São estes, entre outros apelos de Papa Francisco.
"Fazer meu o problema do outro é um enorme desafio para qualquer cristão", precisou.
"Quando se fala em reforma, é sobretudo disto que se fala: uma re-ligião, uma ligação a Deus, que se concretiza para nós cristãos nas atitudes concretas, práticas, comezinhas, diárias, de Jesus de Nazaré", prosseguiu.
Um ponto final que esepro que se faça luz.
Espero que, pelo menos seja implementada nas paróquias onde não existe ou não se nota a sua existência os Conselhos Pastorais se façam notar. Os destinos da prática da Caridade dos Vicentinos e de grupos diversos da paroquia, são os problemas de uma comunidade paroquial, são meus, são teus e a todos somos chamados muitas vezes a contribuir, quem dá gosta de saber porque se doa.
Devem saber...